Você sabia? Seguro de vida também é para quem está vivo

  • Seguro de vida
  • Postado em 21 jul 2022
Você sabia? Seguro de vida também é para quem está vivo
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Mesmo com mais pessoas contratando, o sentimento de que seguro de vida serve apenas para a morte ainda está intrínseco neste produto. E isso é a forma mais equivocada de se enxergar a modalidade.

O que é seguro de vida?

Muito provavelmente impulsionado pela pandemia, que colocou em evidência a possibilidade de um dia faltarmos para nossos familiares e pessoas queridas, a Superintendência de Seguros Privados divulgou um aumento de 24% nas contratações de seguros de vida, e mostra a mudança no comportamento de consumo do brasileiro e até mesmo a forma dele encarar o futuro.

O que ninguém conta sobre seguro de vida é que a base principal do seguro de vida é a proteção ao nosso bem maior em vida, da vida e para a vida. Imagine a situação de profissionais liberais, sem qualquer garantia do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que precisam se afastar do trabalho em decorrência de alguma doença grave, incapacidade temporária ou permanente. Mesmo quem é pensionista público muitas vezes demora a receber o benefício ou tem acesso a um valor insuficiente para cobrir as necessidades de sua família. E a contratação do seguro de vida pode tanto ajudar com isso quanto garantir o pagamento de um tratamento.

Imagine agora o desejo da casa própria. Ou o pagamento da faculdade dos filhos. O seguro de vida também pode ser por prazo estabelecido, com a finalidade de atender situações pontuais como estas.

Mais um exemplo para comprovar que seguro de vida é para qualquer um: há modalidades em que o contratante pode resgatar proporcionalmente seu fundo de reserva a partir de dois anos em algumas companhias seguradoras. Além disso, existem alguns benefícios complementares ao segurado, como assistências 24h para chaveiro, troca de pneus, mecânico, guincho, telemedicina, assistência pet, etc.

Depois de apresentar alguns aspectos pouco divulgados do produto, podemos falar agora sobre a morte. O seguro de vida pode oferecer proteções de patrimônio, pagar custos no caso de falecimento e auxiliar na manutenção dos beneficiários, dependendo da modalidade e das coberturas escolhidas. Por exemplo, usar o valor do seguro para pagamentos de custos de inventário, cartório, funeral, entre outros.

Quanto à indenização, não precisa passar por inventário, pois não é considerado herança, sendo assim, não faz parte dos bens que integram o espólio. Portanto, não paga imposto ITCMD, nem imposto de renda. Trata-se de um valor que não está sujeito à penhora, ou seja, o valor da indenização não está subordinado às dívidas do segurado , sendo assim uma proteção ao seu dinheiro que pode ser resgatável.

Mesmo que não haja precisão de acontecer, sabemos que o risco é certo. Por isso, ter um seguro de vida é o investimento de futuro mais barato que existe.


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